quarta-feira, 27 de junho de 2012

Dias solarengos/Summer riding

O verão está aqui (ouvi dizer) e o sol é mais forte e os dias maiores. As oportunidades para pedalar são as mesmas, mas a vontade aumenta.

E para começar em beleza nada como 2 semaninhas em território caseiro. BTT por Sines, BTT por Sintra, BTT por Monsanto, estrada por Cascais. Basicamente foi enfiar pedaladas em todos os cantinhos que consegui.

E que bem que soube... Não foi nada de épico ou estratosférico mas boas voltas com bons amigos, o ideal para alimentar o bichinho.

Por isso, Verão, aqui vou eu!!!


Summer is supposedly here, with it's longer days and warmer days. The opportunities to go out and ride are the same, but the eagerness grows.

So to start it of with a win nothing like 2 weeks of leave in Portugal- MTB in Sines, MTB in Sintra, MTB in Monsanto, road at Cascais. Basically turning the pedals in all the available minutes.

And damn good it was. Nothing too fancy nothing too epic, just good rides wit good friends. Just what the dealer hands out to get you even more hooked.

So Summer, here I come!!!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Gorrick 160

No passado domingo participei na Gorrick 100, uma competição de BTT com 7 voltas a um circuito de 10 milhas. Sim, 7 voltas, e sim, chama-se Gorrick 100 mas não são 100 milhas, nem 100 km, detalhes... É a 3ª prova da Endurance Series e aqui perto de Londres, na floresta de Swinley.

A prova foi no domingo, felizmente para mim 2ª foi feriado por isso não houveram problemas de voltar muito cansado para o trabalho. A prova tinha inúmeras categorias, com a maior distância a serem os 115km (7 voltas) e depois 5, 4, 3... Acho que a menor era 1 volta. Opções para todos os gostos.

O dia iria começar cedo, com a partida às 8:30. Quando fui visitar o site dos caminhos de ferro ingleses tive uma surpresa desagradável. O primeiro comboio chegaria à estação que geralmente uso para aceder a Swinley às 8:24. Tentei todas as estações que vi por perto, ainda fui ver aluguer de carros. Nenhuma hipótese na primeira e muito cara a segunda. Sobrava então a opção dos duros, pedalar até à partida.

Estudada a rota, um bom bocado já seria meu conhecido das voltas na asfáltica e como seria bem cedo num domingo o trânsito deveria ser pouco. 45km era o que me esperava.

Domingo então despertar às 5h, rápido pequeno-almoço e saida às 5h45, 20 minutos depois do sol nascer. Chiça, porque meto eu estas ideias parvas na cabeça...

Mochila carregada e estradas vazias lá fui eu, num ritmo vivo, para ver se conseguia chegar a horas, tinha saido atrasado 15 minutos (o tempo de viagem previsto era de 2:30). Céus enevoados mas só uns salpicos até Swinley, a viagem foi mais curta que o previsto, a mochila é que já estava a fartar...2 horas e 47 km de aquecimento.

Cheguei ainda antes do secretariado abrir, tempo de começar a preparar o camelo para a corrida e conhecer um casal do meu clube que também marcou presença na prova.

88 homens e 6 mulheres à partida e pouco depois das 8:30 estavamos a pedalar, de imediato numa subida, o ideal para nos separar antes de entrar nos muitos singletracks que o circuito tinha. Nos meus sonhos de grandeza ainda me esforcei por não perder os primeiros de vista, mas no primeiro plano já estavam bem longe, apenas um estava no chão agarrado ao braço e a bicla bem afastada. Uma grande poça engolidora de biclas (outro ciclista estava lá dentro com as rodas entrerradas para além dos cubos) tinha feito estragos...

Tratei de despachar a primeira volta depressa ao mesmo tempo que aprender o circuito (naturalmente não fiz reconhecimento) para depois entrar no meu ritmo e fazer as restantes voltas junto dos atletas mais próximos do meu ritmo, ou pelo menos assim o planeava.

O circuito fazia bom uso dos singles de Swinley com uma boa dose de subidas na primeira parte da volta e uma 2ª metade mais rápida, ao final da 1ª volta tinha uma média de 18km/h. Estou a voar, pensei eu.

Alguns companheiros de ocasião, comendo e controlando a bebida imprimi um ritmo forte (para a mim) mas que pensava conseguir aguentar até ao final. Na 3ª volta já sentia alguns efeitos desse ritmo e da falta de hidratação, avisos de caimbra na perna direita. Na 4ª volta o estômago às voltas e tive de parar de comer. Decidi no final da volta fazer uma pausa para vazar a bexiga e olear a corrente, mas num pequeno declive a perna voltou a dar sinal, desta vez uma caimbra a serio. Parar, esticar a perna e aguentar a dor, relaxar. Não, que ela está de volta. Uf, isto dói, há muito que não tenho caimbras... Vamos lá atrás daquela árvore. Não, que ela voltou. Chiça, estou mesmo empenado.

Finalmente consegui mover-me e prosseguir com o planeamento. E apostar na hidratação. O circuito já estava quase memorizado e mesmo a tornar-se algo aborrecido, não que os trilhos fossem chatos, mas repetir as mesmas curvas 7 vezes cansa qualquer um. Na 5ª volta tive de enchar o camelo de novo (os 2l às costas + 0,5l no bidon deram para menos do que eu esperava). As pernas agora com um ritmo mais calmo pareciam estar melhores. À 7ª foi altura de apertar de novo e ver o que ainda sobrava de energia. Ao passar o arco senti que dei o que tinha, muito cansaço fez com me estendesse na relva uns bons minutos. 2 dedos de conversa com outros finalizadores e hora de recarregar. Uma "bacon, egg and sausage buttie" era o maior que tinham. E que bem me soube. Sal, proteinas e gordura com fartura, mesmo o que eu precisava.

Felizmente para mim aquela hora já haviam comboios, carregar de novo a mochila e até Martins Heron para 1 hora num quentinho e tranquilo comboio, nunca um assento soube tão bem.

Resultados aqui e fotos aqui e aqui.


Past sunday was the Gorrick 100, a MTB race with 7 laps of a 10 mile circuit. Yes, neither 100 miles nor 100 km, but still 100. The 3rd race of the endurance series, happening at Swinley Forest, and I was there.

With a bank holiday on monday I did not have to worry about working on the next day, which was quite convenient. The race itself had a number of categories, besides the usual male and female you could choose between 7, 5, 4, 3, 2 or 1 lap of the circuit, so all would have their filling.
The would begin early, with a 8:30 start. But how early I would only find after my visit to the national rail website. The first train only arrived at my usual stop at 8:24. Looked at all the other nearby rail stations, no luck, looked at renting a car, too expensive... Option left, man up and ride to the start.

Plotted a route, most of it ended up on familiar roads form my road rides. It was a sunday so traffic should be low. 45 km awaited me.

So up by 5, quick breakfast and out by 5:45, 20 minutes after sunrise. Why do I get these ideas in my mind...

Loaded backpack and empty roads there I went, on a lively pace to get there on time, I had left 15 minutes later than intended and the estimate was for 2:30 hours of riding. Cloudy skies but no rain I got there quicker than expected only the backpack was beginning to bother me. 2 hours and 47 km of warm-up done.

Registration desk still closed, had time to get my camelbak ready and meet a Dynamo couple that was also entering.

88 men and 6 women at the start. Minutes after 8:30 where all pedaling up and away. A convenient climb right at the start did the job of spreading us out before the first of the numerous singletracks. On my delusions of grandeur I was trying not to loose the first bunch but at the first flat bit they were already quite far, except for one that was lying on the ground holding his arm. A big bicycle gobbling puddle had took its claim. Another rider was hub deep trying to pull his bike out.

The first lap was done at speed and also learning the circuit (no reconnaissance for me), the plan was to ease up after that and try and keep closer to some other rider for the rest of the day.

The circuit made good use of the famous Swinley singletrack and had most of the climbs on the first half. The later quicker part meant that at the end of lap 1 my average speed was of 18km/h. "I'm flying" my inner voice said.

Finding some race buddies, eating and controling my drinking I was pushing as hard (by my standards) pace that I thought would be holdable until the finish. At the 3rd lap my body was starting to complain and warning me of approaching cramp on my right leg. On the 4th one my stomach was getting upset and I had to stop eating. Made the decision to do a quick stop to oil emprty my bladder and oil the chain at the end of lap, but on a short climb it got to me, proper cramp on the right leg. Stop, stretch and endure the pain. Now relaz. No, here it comes again. Ouch this does hurt, haven't had cramps for very long, did not remember how much they do hurt. So now let's do that break. Oops, here it comes again. God am I broken...

Finally managed to move and follow the plan and get some more fluids in. The circuit was moslty memorized and to much so to be honest. Not that the trails were not fun, just that doing the same twist and turns for 7 times in a row is enough for anyone. At the 5th lap time to refill the camelbak (the 2l on my back + 0,5l on the bottle lasted less than I expected). Legs seemed better now with a steadier pace. On the 7th and last lap time to speed up again to see what could be sequeezed out of myself. As I passed the finish a sense of acheivement, I put out all I had, time to lay down on the grass and chat with some other finishers. Recharge with a bacon, egg and sausage buttie (there was nothing bigger). Plenty of protein, salt and fat, but it felt sooo goood...

Luckilly the trains were now running so backpack on and saddle up, time to head for a warm and peaceful train at Martins Heron, never a seat felt so comfy.

Results here and photos here and here.

domingo, 29 de abril de 2012

Nova fase / New stage

Fim de Abril, fim do projecto das 1000 milhas (1600 km). Sim, ainda é domingo, mas hoje já não houve pedaladas e amanhã só será a viagem para/de o trabalho, nada sério.

Conclusão, fiquei aquém, por um bom bocado, do objectivo. Para ser mais preciso nos 1266 km. Consegui de qualquer modo fazer muito mais km do que em qualquer mês deste ano, muito provavelmente mais do que em qualquer mês (descontando os da TransPortugal e TransAlpes) da minha vida.

Comecei bem, com a primeira semana de férias, mas com o retorno à vida normal começaram as dificuldades. Trabalho, amigos, afazeres, preguiça. Em vez de me aplicar a fazer km, voltei às minhas rotinas e como tal reduzi os km. Ainda tentei alguns dias longos, mas o fisico não aguenta e implicaram mais dias de descanso do que os que queria, assim é a vida.

Não cheguei ao objectivo, mas não desanimei. No próximo fim de semana tenho prova de BTT e outro evento na semana seguinte. BM3D em fim de Junho e mais 2 eventos em Agosto. Acaba uma fase, começa outra, o que é preciso é olhar em frente e manter a motivação, pedalar.


End of April, end of the 1000 miles project. Yes, it's still Sunday, but there was no riding today and tomorrow there will only be the usual commute, nothing of relevance.

So I didn't make the goal, by quite a bit. More specifically I finished at 787 miles. Did manage to do more miles than on any of the previous months this year, very likely more than any month in my riding life (except probably when I did the TransPortugal or the TransAlps).

After that good start, the work, the friends, the daily chores and general laziness got in the way. Daily routine took control and instead of focusing on doing miles and just focused on carrying on with life. Still tried some long rides, but the aftermath and needed recovery just took longer than I wished, such is life.

but not reaching my goals does not mean I am disappointed. Next weekend I have a MB race, the next weekend another MTB event. BM3D at the end of June and 2 races in August. So one stage finishes and another begins. All I need is to look ahead and keep the main focus, riding a bike

domingo, 15 de abril de 2012

1000 milhas/1000 miles

No inicio deste mês juntei-me ao desafio do um "guru" do BTT de endurance inglês.

Fazer 1000 milhas (1609 km) num mês de pedaladas. Não importa como nem onde, desde que seja a pedalar. Alguns têm feito só alcatrão, outros só BTT. Eu tenho feito dos 2, mas mais do lado negro...

E como vão as minhas andanças???

Durante a primeira semana estive de férias e por casa, pelo que não foi muito dificil estar dentro do plano. 5 saidas, com a maior uns 120 km de BTT, esse foi um belo dia, com uns belos trihos nos North Downs.

Na semana passada, já de volta ao trabalho o desafio já se fez mais real. consegui sair 4 vezes, mas com bastante atraso na 6ª optei por uma longa saida, juntando 2 das normais voltas longas para fazer um total de 180km. Volta de recuperação no sábado que não sou feito de ferro... Afinal de contas nestas 2 semanas já fiz quase o mesmo que em todo o mês de Março.

Com a volta de hoje (saida domingueira do clube) estou num total de 842 km, que me põe 35,5 km de folga para os próximos 15 dias. Vamos a ver como consigo fazer os 767 km que faltam...


Earlier this month I joined Rob Lee's 1000 miles challenge. The goal are 1000 miles riding a bike. No difference whether road or dirt, as long as it's on a bike.

I've been doing a bit of both, leaning towards the darker side.

The first week was very promising, I was on leave and at home, so managed to get out 5 days and was on the expected number. Of these 5 days, the longest ended up being a MTB ride straight from my doorstep and including some nice North Downs singletrack, a long ride, but with lots of fun trails.

This last week, now back to work, the challenge has revealed itself. Did manage to get out 4 times, but with few miles done by friday opted for a long ride, joining 2 of my known longer rides, creating a big 110 miles loop. Did also mean that the saturday I had to go for a nice and relaxed recovery ride. After all, I am nearly reaching the mileage I did in the whole month of March...

So with today's ride (my clubs weekly ride) I'm on 523 miles, that keep the goal achievable, but I will have to get some ideas to put some more midweek miles in...

domingo, 25 de março de 2012

Desafios / Challenges

Aqui pela ilha tenho seguido as aventuras de um BTTista de endurance, de seu nome Rob Lee.

A certo ponto iniciou um projecto de retorno às raizes, quando ainda não se usavam pulsómetros, em que a potência se media pelo cronómetro. O treino de inverno era feito em singlespeeds e aerodinâmico era sinónimo de morder o guiador.

Agora lançou o desafio de fazer 1000 milhas num mês, em honra desses tempos em que a qualidade do treino se media em quantidade.

Juntei-me a ele, a ver vamos se consigo duplicar o meu valor mensal... Acho que vou ter de fazer todos os km valer... 


Here on the British Isles I've been following the adventures of an endurance MTBer, Rob Lee.

At a certain point he started a homage to a past age, when nobody had a heart rate monitor and power was measured with a stop watch. Winter training was done with one gear only and aerodynamics meant biting the handlebar.

He has now started a challenge, to do 1000 miles in a month, to honor those times when the quality of most training was measured in quantity.

I've joined it, to try and double my usual distance. Think I might have to make every ride count...

quarta-feira, 21 de março de 2012

O que me move / What makes me move

Já há bastantes anos que pedalo. Comecei no quintal lá de casa, depois as voltinhas com a familia que foram evoluindo do quarteirão para expedições mais longinquas e chegando à fase que já pouca companhia conseguia para me acompanhar.

Cresci, mudei de cidade, novos amigos, novas modas, novas tendências.

De um inicio puramente BTT comecei a fazer estrada.

Outros conhecimentos, comecei a coleccionar km.

Mudei de novo, experimentei o Ciclocross.

Nestes 23 anos de pedaladas o que me motiva a sair vezes e vezes sem conta não é o girar os pedais, não é o cansaço fisico, não é o desafio do técnico singletrack.

É não saber o que está depois da curva, não saber onde a estrada vai dar.

A descoberta, o desconhecido, a aventura (por muito controlada que ela seja).


I've been riding bikes for quite a few years. Started in the back garden, onto the weekend family rides that turned longer, up to the phase in which it got quite hard to get some company.

So I grew, moved town, made more friends, new trends appeared.

From a pure MTB beginning I started road riding.

Newer friends, I began collecting miles.

Moved again and started Cyclocrossing.

On my 23 years of pushing pedals what has always motivated to go out on and on is not just the circular movement of the legs, not the search of fitness, not the challenge of the trail.

It's not knowing what's behind the corner, not knowing where the road leads.

The unknown, the discovery, the adventure (however sanitized it actually is).

sábado, 3 de março de 2012

It's alive!!!

Para ser mais preciso, estou vivo. Vivo e de saúde.

A actividade redactora tem andado reduzida e a pedalante nos mesmos preparos. Mudei recentemente de casa e todos os recorrentes arranjos e arrumos levam o seu tempo...

No entanto as ideias fervilham de novo e o tempo livre aumentou (cortesia de umas boas horas de trabalho dos meus pais que cá vieram dar uma ajudinha). As temperaturas já andam acima dos 10º, pelo que sair de casa já é mais fácil. Os eventos e provas a serem agendados e eu a entusiasmar-me.

No passado fim de semana foi já o primeiro, a 2ª prova da série de Primavera da Gorrick. Se a 1ª tinha sido cancelada devido a neve, nesta corri de calções e o colete corta-vento já foi demais...


Quanto à prova em si, não me correu de feição. Participei na habitual Super Masters, com 4 voltas e a contar com 1h30 de prova. Com um péssimo posicionamento na grelha comecei logo no pé errado. Somou-se a isto a falta de treino e um raio partido na 2ª volta, acabeipor sofrer mais que o esperado. No fim da 3ª volta, convencido que já tinha levado uma volta parei e pus-me de conversa. Quando descobri que ainda podia fazer a 4ª lá arranquei, mas sem muita energia nem motivação... Mesmo assim ainda consegui não ficar em último (mas foi por pouco).


Nesta semana já consegui ir pedalar na 5ª, mais um dia de exploração pelo alcatrão em que sai sozinho, conheci um ciclista que acompanhei num bocado, passei numas belas estradas muito secundárias (nenhum trânsito e belas paisagens) e acabei por encontrar o @Mik_ee. Para um dia a pedalar sozinho foi dos que passei mais acompanhado...

Hoje era para inventar mais um pouco com a BTT, mas uma série de circunstâncias foram atrasando e alterando os planos até eu perceber que não era mesmo dia de pedalar... Acabei então aqui. Em vez de dar ao pedal dou aos dedos...


More precisely, I'm alive. Alive and well.

My blogging activity has been sporadic (to say the least), as has my riding. My recent move to a new home as taken nearly all of my spare time. There's always something to fix or tidy up...

However ideas have been brewing and an increase in availability again (courtesy of a few work hours from my parents on their latest visit) with the increasing temperatures, near 10º at the moment. The rides have been showing up on the diary again. All the dates for this years events are coming out and I start getting excited again.


My first one of the year was last weekend, on Gorrick's 2nd of the Spring Series. And if the 1st had been canceled due to snow, this time I was racing in shorts...


The event itself didn't quite go as expected. Lousy positioning for the start, lack of training and a broken spoke on lap 2 made me suffer more than I expected. At the 3rd lap I thought I had to finish and only after being stopped for about 5 minutes did I find that I had not been lapped and could still do the 4th one (I did do it, but it was quite an effort to finish it). And I didn't even finish last (but was quite close).



This week managed to sneak out on thursday, on a road exploring day. Planned as a solo ride ended up meeting another rider in the early section (and rode with him a bit), cycling on some great country lanes (very quiet and with great scenery) and near Box Hill met @Myk_ee. For a solo ride it ended up as one of the more accompanied I've recently had...

Had planned to ride today again but a series of events kept delaying or changing the plans until I got the message and just gave up on it. So instead of pushing pedals I ended up pushing keys...

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

2012

Sei que há muito que não digo nada por aqui. Não é que tenha deixado de pedalar, apenas que o tempo tem sido usado noutras tarefas.

2012 já cá está em força e os eventos ainda muito no ar, para já só as férias marcadas. Mais novas em breve.

Boas pedaladas.



I haven't been given many news lately, not that I've stopped riding, just that I've been using my time on other things.


2012 has arrived in full and my calendar still up in the air... Only properly planned holidays.

More news soon.

Happy riding.

domingo, 20 de novembro de 2011

London X League, cá vamos de novo / here we go again

Mais um fim de semana, mais uma prova. CX de novo, na London X League, em Waltham Abbey (Gunpowder Park).

Ou seja, uma boa desculpa para mais um bela volta de bicla. Do oeste de Londres à prova eram só e apenas 30km... Nada que assuste, não é verdade...

A maioria do percurso foi citadino, mas ao chegar a Stamford Hill passamos a seguir o rio Lea e parecia que estavamos no campo à kms... Um belo trilho sempre perto do rio levou-nos por mais de 10km de pacificas pedaladas. Ainda fomos alcançados por um par de ciclistas que seguia também para a prova e ainda somamos conversa ao belo passeio.

Em relação à prova em si, correu bem. Nenhum azar mecânico e mais um percurso divertido, que parecia bem grande. Afinal era de distância normal, apenas abrangia uma área maior do que eu esperava.

Ainda não tivemos chuva a sério e os verdadeiros amantes do CX dizem que este não é o verdadeiro CX, os trilhos estavam apenas húmidos, nada lamacentos... Ando a aprender umas coisinhas e já ando com pressões mais baixas nos pneus, à boa moda do CX. E é verdade que faz diferença, mas acho que exagerei pois senti a jante por várias vezes... Sou capaz de investir no tubeless em breve...

Agora para uma merecida pausa nas competições, a próxima só para Dezembro, dia 11 em Herne Hill. Haverá lama?



Another weekend, another race. CX again. at the London X League, this time at Waltham Abbey (Gunpowder Park).

In other words, a good reason for a nice bike ride. From west London to the event it would be only 30km... Nothing scary...

Most of the route was urban, but when we got to Stamford Hill we joined the Lea river and just sticked with it until the race. Over 10km of peaceful towpath. Even got caught by a pair of other racers going to the event. So a good ride got a nice chat added.

As for the race itself, it was fun. No mechanicals and another fun circuit. It looked huge, but it ended up just covering a big area, no longer that usual.

It still isn't proper CX weather, the experts say. No real rain yet and just moist trails, no mud. I've been learning a few tricks and am now running lower pressures, as a proper CXer. It does make a difference, but I might have over did it... Felt the rim quite a few times... Maybe I should invest on some tubeless wheels.

Now a well deserved rest from the races. The next should be in December, on the 11th it's Herne Hill's turn. Will it be muddy?